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Como descobri meu dom para ler tarô (e a cigana que joga comigo)

por Yasmin · · Espiritualidade

Como eu descobri que tinha o dom para ler baralho? Antes de contar, uma coisa importante: eu sou do time que acredita que qualquer pessoa consegue ler baralho estudando, porque não é apenas dom — é conhecimento também. Mas acredito que algumas pessoas têm uma facilidade maior para certas coisas em comparação a outras, e eu sempre senti essa facilidade muito grande para ler cartas.

Tudo começou na pandemia

Era 2020, entramos na pandemia e eu estava em casa sem fazer nada, sentindo que precisava aprender algo novo. Foi aí que conheci o tarô. Eu ainda não sabia muito bem como funcionava, mas decidi comprar um baralho para aprender a ler cartas.

Quando o baralho chegou na minha casa, era impressionante a conexão que eu sentia com aquelas cartas. Parecia que elas eram vivas. Eu fiquei tão obcecada que, quando saía de casa, tinha que levar meu baralho junto — não importava para onde eu fosse. Se eu ia na padaria, cinco minutos ali, colocava o baralho na bolsa. Andava com ele, voltava com ele, estava com ele o tempo todo, por mais que eu não fosse usar.

O estudo veio junto

E claro que eu comecei a estudar as cartas. Não foi simplesmente pegar o baralho e fingir que estava fazendo alguma coisa. Eu estudei os arcanos maiores, depois comecei pelos menores, e aquilo já fazia tanto sentido para mim que decidi ler para outras pessoas: abri um Instagram e passei a ler de graça mesmo, para testar o meu conhecimento.

A leitura que me confirmou tudo

Uma completa desconhecida me mandou a pergunta dela. Eu respondi falando de um processo de transformação, de um luto que ela estava passando — e ela ficou extremamente chocada.

"Nossa, acabei de terminar um relacionamento."

Isso com menos de um mês que eu estava estudando baralho.

Eu sentia que a leitura fluía muito bem. Tinha pouco conhecimento, mas parecia que a minha intuição sempre batia muito certeira com aquilo que estava acontecendo na realidade mesmo.

Seis anos depois

Claro que eu sinto que evoluí muito de 2020 para cá. São seis anos jogando, e a gente se aperfeiçoa — a gente não é perfeito em nada, sempre tem o que melhorar. Então sinto que melhorei muito, mas vejo que, desde o início, eu já tinha essa conexão com as cartas.

A cigana que joga comigo

Com o tempo, eu descobri que não jogava sozinha: tem uma cigana que joga comigo, que me acompanha. Mas percebo também que esse dom não vem somente dela — vem de mim, da minha própria intuição. Não é como se ela jogasse sozinha ou eu jogasse sozinha. Nós temos a nossa parceria: jogamos em conjunto.

E se você quiser sentir na prática como é essa parceria, é só agendar uma leitura comigo — eu e a cigana te esperamos na mesa.

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Gostou? Uma leitura vai mais fundo

O texto abre o caminho — a leitura olha pra sua história. Escolha uma carta do baralho e agende com a Yasmin.

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